Muitas coisas boas, o homem seria capaz de fazer se ele levasse adiante os seus sonhos . Certo conto diz que duas crianças estavam patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água. A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: " Como você fez? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas! " Nesse instante apareceu um ancião e disse: " Eu sei como ele conseguiu." Todos perguntaram: " Como ?" O ancião respondeu: " Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não poderia fazer...".
" SE PODES IMAGINAR, PODES CONSEGUIR ". (Albert Einsten)
O QUADRO
Um homem havia pintado um lindo quadro.No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo.Compareceram as autoridades locais, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista. Chegado o momento, o pano que encobria o quadro foi retirado. Houveram calorosos aplausos.Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa.O Cristo parecia vivo.Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.Houveram discursos e elogios.Todos admiravam aquela obra de arte.Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura.E foi perguntar ao artista :- Sua porta não tem fechadura ! Como se fará para abri-la ?- É assim mesmo, respondeu o pintor, esta é a porta do coração humano. Só se abre do lado de dentro.
Metáfora do Golfinho, da carpa e do tubarão
Uma brilhante metáfora criada por Dudley Lynch e Paul Kordis do Brain Technologies Institute - do tubarão, da carpa e do golfinho.
Existem três tipos de animais: as carpas, os tubarões e os golfinhos. A carpa é dócil, passiva e que quando agredida não se afasta nem revida. Ela não luta mesmo quando provocada. Se considera uma vítima, conformada com seu destino.
Alguém tem que se sacrificar, a carpa se sacrifica. Ela se sacrifica porque acredita que há escassez. Nesse caso, para parar de sofrer ela se sacrifica. Carpas são aquelas pessoas que numa negociação sempre cedem, sempre são os que recuam; em crises, se sacrificam por não poderem ver outros se sacrificarem. Jogam o perde-ganha, perdem para que o outro possa ganhar.
Declaração que a carpa faz para si mesmo:
"Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude dessa crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar do aprendizado e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu geralmente me sacrifico."
Nesse mar existe outro tipo de animal: o tubarão. O tubarão é agressivo por natureza, agride mesmo quando não provocado. Ele também crê que vai faltar. Tem mais, ele acredita que, já que vai faltar, que falte para outro, não para ele!
"Eu vou tomar de alguém!" O tubarão passa o tempo todo buscando vítimas para devorar porque ele acredita que podem faltar vítimas. Que vítimas são as preferidas dos tubarões? Acertou, as carpas. Tanto o tubarão como a carpa acabam viciados nos seus sistemas. Costumam agir de forma automática e irresistível. Os tubarões jogam o ganha-perde, eles tem que ganhar sempre, não se importando que o outro perca.
Declaração que o tubarão faz para si mesmo:
"Sou um tubarão e acredito na escassez. Em razão dessa crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros. Primeiro, tento vencê-los; se não consigo, procuro juntar-me a eles."
O terceiro tipo de animal: o golfinho. Os golfinhos são dóceis por natureza. Agora, quando atacados revidam e se um grupo de golfinhos encontra uma carpa sendo atacada eles defendem a carpa e atacam os seus agressores.
Os "Verdadeiros" golfinhos são algumas das criaturas mais apreciadas das profundezas. Podemos suspeitar que eles sejam muito inteligentes - talvez, à sua própria maneira, mais inteligentes do que o Homo Sapiens. Seus cérebros, com certeza, são suficientemente grandes - cerca de 1,5 quilograma, um pouco maiores do que o cérebro humano médio - e o córtex associativo do golfinho, a parte do cérebro especializada no pensamento abstrato e conceitual, é maior do que o nosso. E é um cérebro, como rapidamente irão observar aqueles fervorosos entusiastas dedicados a fortalecer os vínculos entre a nossa espécie e a deles, que tem sido tão grande quanto o nosso, ou maior do que o nosso, durante pelo menos 30 milhões de anos.
O comportamento dos golfinhos em volta dos tubarões é legendário e, provavelmente, eles fizeram por merecer essa fama. Usando sua inteligência e sua astúcia, eles podem ser mortais para os tubarões. Matá-los a mordidas? Oh, não! Os golfinhos nadam em torno e martelam, nadam e martelam. Usando seus focinhos bulbosos como clavas, eles esmagam metodicamente a "caixa torácica" do tubarão até que a mortal criatura deslize impotente para o fundo.
Todavia, mais do que por sua perícia no combate ao tubarão, escolhemos o golfinho para simbolizar as nossas idéias sobre como tomar decisões e como lidar com épocas de rápidas mudanças devido às habilidades naturais desse mamífero para pensar construtiva e criativamente. Os golfinhos pensam? Sem dúvida. Quando não conseguem o que querem, eles alteram os seus comportamentos com precisão e rapidez, algumas vezes de forma engenhosa, para buscar aquilo que desejam. Golfinhos procuram sempre o equilíbrio, jogam o ganha-ganha, procuram sempre encontrar soluções que atendam as necessidades de todos.
Declaração que o golfinho faz para si mesmo:
"Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Assim como acredito que posso ter qualquer uma dessas duas coisas - é esta a nossa escolha - e que podemos aprender a tirar o melhor proveito de nossa força e utilizar nossos recursos de um modo elegante, os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos."
Se os golfinhos podem fazer isso, por que não nós?
Achamos que podemos.
Ser feliz ou ter razão
Oito da noite numa avenida movimentada.O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.Ele tem certeza de que é à direita.Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.Ele vira a direita e percebe que estava errado.Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais. E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite. Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:Quero ser feliz ou ter razão?Pense nisso e seja feliz.
Como fazer para durar o amor...
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:- Como se faz para manter um amor?A mãe olhou para a filha e respondeu:- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.- Mamãe, mas assim a areia cai!!!- Eu sei, agora abre completamente a mão...A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. É assim que se faz durar um amor...
O tesouro mais precioso
Uma mulher velha e sábia fazia uma viagem através das montanhas quando, no leito do rio, encontrou uma pedra preciosa. No dia seguinte, continuando seu caminho, deparou-se com um viajante que tinha fome e, para atender o seu pedido de ajuda, a mulher abriu a bolsa para dividir com ele sua comida.
O homem deslumbrou-se com a visão da pedra e pediu à mulher que lhe desse de presente. Sem hesitar, ela lhe entregou a jóia. O viajante se foi, rejubilando-se por sua sorte. O tesouro poderia garantir-lhe segurança para toda a vida.
Mas, alguns dias depois, ele voltou à procura da mulher. Ao encontrá-la, entregou-lhe a pedra, dizendo: "Pensei muito e sei bem o valor desta pedra, mas venho devolvê-la. O que quero é algo muito mais precioso. Se for possível, me dê o que está dentro de você e que a fez capaz de me entregar um tesouro como esse."
Não esqueça o principal
Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passou diante de uma caverna e escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia:
"Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal..."
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:
"Você agora, só tem oito minutos."
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, que a criança lá ficara e a porta estava fechada para sempre!
A riqueza durou pouco e o desespero, sempre. O mesmo acontece, por vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:
"Não se esqueça do principal!"
Enfrente a tempestade sem perder a capacidade de sorrir
A garota fazia a pé o percurso até a escola, tanto na ida como na volta. Certo dia, de volta para casa, desabou uma forte tempestade. Como era o horário que a filha deveria estar saindo da escola a mãe dirigiu-se para o local, pois imaginava que a filha estaria apavorada com tantos raios e trovões. Quando encontrou a menina andando no meio da tempestade, a mãe reparou, surpresa, que, a cada relâmpago a criança olhava para cima e sorria. Finalmente, quando a filha entrou no carro, a mãe, curiosa, comentou:
- Você parecia não estar com medo da chuva, pois reparei que estava sorrindo a cada relâmpago.
- Claro, mãe - respondeu a garota - O céu não para de tirar fotos minhas!! E quero que Deus me veja sempre sorrindo.
Onde está a dor no mundo
Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre. - "Ruim " disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse: - "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - "Qual é o gosto?" - "Bom!" disse o rapaz. - Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre? - "Não" disse o jovem. O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende aonde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo.
O Valor do Colar
Tradução e adaptação do espanhol por João Nicolau Carvalho
O discípulo visitou seu mestre e disse:
-- Mestre, sou um trapalhão, não valho nada, não sirvo para nada. Que posso fazer para melhorar, e que as pessoas me valorizem?
Ao que o mestre lhe respondeu:
--No momento não posso te ajudar. Preciso antes vender este colar, e poderás me auxiliar vendendo-o. Depois poderei ajudar-te.
O discípulo aceitou a missão, prestando atenção às determinações do mestre:
--Vende o colar pelo melhor preço que conseguires, pois tenho umas dívidas a resgatar, mas não aceites menos que três moedas de ouro.
Apesar de a aparência do colar não ser atrativa, o discípulo, uma vez no mercado, tratou de vendê-lo.
Todos, no entanto, o gozavam quando mencionava a quantidade de moeda que pedia por aquele colar... Mostrou-o a muita gente, que se ria dele. A melhor oferta que conseguiu foi de três moedas, mas de prata. No entanto, ao recordar que o mestre lhe dissera que não poderia vender por menos de três moedas de ouro, rejeitou a oferta.
Depois de tentar vender o objeto e não conseguir, o discípulo, decepcionado, voltou ao mestre:
-- Mestre, sinto muito, mas o máximo que me ofereceram pelo colar foram três moedas de prata. Creio que não posso enganar ninguém quanto ao seu verdadeiro valor.
O mestre escutou e o refutou:
--Certamente, primeiro deves conhecer o verdadeiro valor da jóia. Te peço que regresses ao povoado e mostres o colar ao joalheiro. Pergunte-lhe seu verdadeiro valor, mas não o vendas, por favor. Primeiro regresse aqui com o colar.
O joalheiro examinou o colar e disse ao discípulo:
-- Diga ao teu mestre que posso dar sessenta moeda de ouro pelo colar, se é que ele tem tanta pressa em vendê-lo..
O discípulo correu entusiasmado ao seu mestre para informá-lo da quantidade de moeda que oferecia o joalheiro.
O mestre, sorrindo, ouviu o discípulo, e replicou:
-- Eras como este colar: uma jóia valiosa e única, só que desconhecias o teu verdadeiro valor. Somos nós mesmos quem devemos descobrir quanto valemos. Pretender que os outros o façam é um erro.
Dizendo isso, o mestre guardou o colar, enquanto o discípulo, feliz, o corpo erguido, um novo caminhar, se distanciava.
O amar e o amor
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:
- Ame-a! E logo se calou.
- Mas, já não sinto nada por ela!
- Ame-a! disse novamente o sábio.
E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
"Amar é uma decisão, não apenas um sentimento; amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um substantivo, um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas, nem por isso, abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame, simplesmente ame!" A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor faz você implacável.
A diplomacia sem amor faz você hipócrita.
O êxito sem amor faz você arrogante.
A riqueza sem amor faz você avaro.
A docilidade sem amor, faz você servil.
A pobreza sem amor faz você orgulhoso.
A beleza sem amor faz você fútil.
A autoridade sem amor faz você tirano.
O trabalho sem amor faz você escravo.
A simplicidade sem amor deprecia você.
A oração sem amor faz você introvertido e sem propósito.
A lei sem amor escraviza você.
A política sem amor deixa você egoísta.
A fé sem amor deixa você fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor não tem sentido.
Picasso e a Foto
Um dia, o marido de uma mulher cujo retrato estava sendo pintado por Picasso foi ao ateliê do grande mestre. Picasso mostrou-lhe o quadro quase terminado e perguntou: “O que acha ?! “Bem”, respondeu o marido um pouco constrangido, “não está muito parecido com a minha mulher...” “Ah ! disse o mestre, e com quem o senhor acha que ela se parece ?”
O marido se enche de coragem, tira uma fotografia de identidade da carteira e diz: “Com essa foto aqui!”
Picasso olha cuidadosamente a foto em preto-e-branco e diz: “Hum... Ela é bem pequenininha e bastante desbotada, não acha ?"
Do livro: “Aprenda a Liderar com a Programação Neurolingüística”